2 de maio de 2009

O Tempo que Invento

No tempo que invento
não preciso me esforçar
posso ouvir sem tomar tento
posso ver sem enxergar
No tempo que invento
sempre há vento a soprar
há vida em movimento
há amantes a se amar
No tempo que invento
da até tempo pra sonhar
um sonho doce e lento
onde há tempo pra realizar

Mas se com o tempo que invento
eu não puder mais inventar
inventarei um novo tempo
e inventando vou sonhar...

10 comentários:

  1. Em meio às invenções passamos a ser inventados por nós mesmos.
    Cadinho RoCo

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  2. Olá amo seu blog nem precisa dizer!
    vim fazer uma visita e ver as novidades!!!
    Bjinhus

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  3. Linda poesia, adorei!!!
    Que venha o tempo!!!!
    Beijossssss

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  4. Também busco constantemente inventar um tempo.
    Bela percepção, belo poema.

    Forte abraço,

    João

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  5. Que lindo poema!!!
    Seus poemas são leves e ao mesmo tempo densos, com "sustância"...

    Ah! E amei esta mulher trepadeira aí em cima... bem melhor do que a mulher samambaia... rsrsrs

    Põe de volta aquela sua foto sensual nos seus comentários... vai...
    bjs

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  6. Inventa Alice,
    sonha Alice,
    seu sonho,
    seu tempo,
    toma tento,
    pra não deixar
    de sonhar!

    Beijos

    Jacira

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  7. Olá Alice!!!! Lindo o seu blog e com muita coisa legal!! Gostei muito e voltarei sempre!! Obrigado por seguir meu blog!!! Com certeza seguirei o seu também!!!

    Bjos!!

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  8. Um belo tempo que aqui deixas para ser lido...

    Adorei

    Os meus parabéns

    Com amizade
    Luis

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  9. Liindo o blog...
    Liindo os textos...

    Amei, tudo mesmo!

    E intentar e sonha, é preciso sempre!

    bjoooo

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  10. Acontece, dona Alice, que a senhora é uma Alquimista. Eu não entendo dessa coisa de inventar tempo não, nessa prática eu ainda não cheguei. Pra dizer a verdade ainda estou tentando aprender a fazer malabarismo com três bolinhas...ou seja, uma saltimbanca...

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