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Mostrando postagens de Janeiro, 2011

Há um grito
que em minh'alma de menina sufoca. Há um sol que
em meus olhos de menina arde. Há um mar que em meu coração de menina esbraveja. Há um céu que em meus sonhos de menina venta...E há uma menina, que tenta, olha, procura, chora, e teima, num corpo de mulher.

Minhas orações...

Construir.
E levantar uma casa para a vida morar, e juntos com meus amigos e meus amores, alegrar a alma até fartar.

Orar.
E levantar aos céus o clamor e a oração que move o coração de Deus a favor de todos os que amo, que admiro e por quem intercedo.

Ver.
E levantar os olhos sabendo que há esperança, há futuro, e há algo que Deus fará exclusivamente por mim e por você.

Crer.
E levantar as mãos em adoração por tudo o que Deus me dá, me concede, me abençoa e também pelo que não me dá, não me concede e não me abençoa, sabendo que o melhor de Deus é muito melhor do que o meu melhor pode imaginar.

Construir.
Orar.
Ver.
Crer.
E ao me levantar todas as manhãs jamais esquecer que estou em pé pela misericórdia Dele, que tudo me dá e em tudo me sustenta.

Amém.

Que Deus nos console e cure

Morreram todos.
Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos.
Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo.
Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão.
Sobrou tristeza, desamparo e desilusão.
Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada.
Sobrou o nada e a destruição.
É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor.
A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz,
mas só o amor de Deus consola e cura.