Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.
belas palavras.
ResponderExcluiro movimento do corpo...
não tinha visto algum texto falando sobre isso ainda.
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brigadão.
vou te linkar.
x)
As belas palavras que aqui deixas-te , transpiram coladas de sensações envolvidas em velupia magistral .
ResponderExcluirAdorei cada compasso da leitura .
Bom fim de semana .
Texto tão cheio de encantamento
ResponderExcluirQuanto o seu pensamento
Que voa como o vento
Num mar de contentamento
Pra mim é um divertimento
Vir contemplar o seu talento.
Beijo.
Seu blog está muito legal. Gostei demais. As fotos, os textos, etc... tudo bem sincronizado e muita criatividade, além de um conteúdo relevante. Parabéns!
ResponderExcluirAlice minha querida, tudo é como nós queremos. Temos de saber de facto do que estamos á espera e nunca disistir.
ResponderExcluirMuitos beijinhos!
Fernandinha
O movimento do corpo, quando há amor, é um momento lindo!
ResponderExcluirBeijo
Ao movimento de suave brisa, enebriei-me com as tuas palavras, senti nelas o correr de cristalinas águas de ribeiro de ternura...
ResponderExcluirDoce beijo