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Quem sou

Eu sou quem curte o silêncio
o momento
o segredo,
quem geme de frio e quem fica com medo,
quem anda abatido sem ter um lugar pra morar.
Eu tenho pressa não minto
mas sinto que estou entre as quatro paredes da vida
e tenho sede meu amor,
e guardo tudo com muito cuidado dentro de mim.


(Maria Bethania cantava esse poema lá pelos idos de 1975...e essas palavras ainda latejam em meu coração pela semelhança que encontram em minha alma)

Comentários

  1. Olá querida Alice, lindo poema... è mesmo de ficar no coração!
    Beijinhos de carinho,
    Fernandinha

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  2. querida____Alice



    as palavras de Bethania

    são sempre tão tocantes____e na verdade até parece (e são) para quem as ouve.lê

    o condão de ler a alma_______porque se sente____...











    beijO c/ carinhO

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  3. É impossível, crebdo que é minha primeira vez aqui, que eu não elogie o ambiente deste blog!
    Um recanto incrível feito de letras e digamos suspiros:0

    uem sou eu....eu prefiro que o silêncio seja eu!

    "...um terreno minado, porém, livre..."

    beijos

    ResponderExcluir
  4. Oi, Alice!

    Passei pra te dizer boa noite!

    Maya

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  5. lindo. 'tenho sede meu amor'
    adorei a cara nova do blog,sempre renovando:]

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  6. Perfeito, e hoje somos obrigados a ouvir asneiras e barulhos como se fossem musica...

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  7. Poesia é sempre inspiradora para a alma humana. E quando é proferida por vozes fortes e poderosas, o ribombar de suas palavras ecoarão em nossa mente por toda a vida.
    Sinto isso sempre que ouço "Reconvexo". Linda!

    Beijos!!!

    ResponderExcluir

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Comente, mas não tente decifrar-me.
Nem sempre escrevo por mim, muitas vezes escrevo para mim também...

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O Tempo

E ele se foi... suavemente, porém a passos largos, se foi aos poucos, dia a dia, gota a gota, se foi Foi-se e sequer olhou pra trás sequer deixou-me um bilhete mas seus escritos estão marcados em minh'alma até hoje Partiu e me deixou assim com saudades e com uma enorme vontade de ir também. E ele se foi... e levou meus sonhos meus amores minha história minha força e boa parte de minhas esperanças Foi-se sem palavras assim a seco, como um texto sem letras uma poesia sem rimas ou uma ciranda sem rodas foi-se...e a cada dia ainda vai um pouco mais.

Que Deus nos console e cure

Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.