Pular para o conteúdo principal

PALAVRAS PROIBIDAS

Palavras proibidas
sufocadas e amarradas
estão amordaçadas na minha língua.
São palavras proibidas
escritas com a alma
sangradas em minha palma
e que roubam toda calma.
São palavras proibidas
que o amor me proíbe de usar
que o respeito me impede de falar
que muita dor podem causar.
São palavras proibidas e não ditas
malditas ou benditas
verdades ou mentiras
não escritas e escondidas,
que com o passar do tempo
são levadas pelo vento
e que um dia certamente serão,
apenas pensamentos .


Palavras proibidas nunca devem ser ditas,
e se ditas,
deve-se assumí-las,
e se assumidas,
certamente tornarão tua vida
um pouco mais dolorida.


Acredite, pois eu mesma já as disse.

Comentários

  1. Alice,

    Palavras proibidas quando ditas, doem mesmo, por isso o livro de Provérbios, diz que uma palavra falada e como uma flecha lançada, não tem como voltar atrás.

    Parabéns pelo texto.

    Nele, em quem a Palavra uma dia se tornou carne.

    ResponderExcluir
  2. Olá querida Alice,

    Palavras proibidas...são tantas!

    E quando ditas, trazem tanto sofrimento!

    Elas estão mesmo cá, preparadinhas para "sair".

    Mas ainda bem que temos em nós o Poder do Santo Espírito, que pode controlar "a porta dos nossos lábios", caso nós lhe permitamos.

    Obrigada pr este momento de reflexão.

    tenha um tranquilo entardecer.
    um beijo
    viviana

    ResponderExcluir
  3. Eh Rubinho... e dói na alma e na carne.

    Juber,
    quando leio teus comentários sempre eleve meu espírito. Tuas palavras me aproximam de Deus.

    Viviana,

    ...é mesmo, ai de nós se não fosse o Espírito Santo !!... e refletir, sempre é bom.

    ResponderExcluir
  4. amo seus poemas.
    Amei esse,foi pro meu caderninho

    ResponderExcluir
  5. Oi minha estimada amiga ALICE.
    Estava de férias em Salvador.
    Obrigado por suas palvras sempre carinhosas em meu cantinho.
    As palvras quando ditas verdadeiras, sempre nos doi no fundo de nossa alma.
    belo poema esse.
    Beijos e fique nessa doce paz.

    Sua amiga.
    Regina Coeli.

    ResponderExcluir
  6. Passando para deixar-te um beijinho. Vou ler teu post logo mais faço comentário.

    ResponderExcluir
  7. Bom dia amiga!

    Palavras proibidas doi muito...

    Nem mesmo o tempo apaga.

    beijooo.

    ResponderExcluir
  8. O Zona da Reforma já deve estar pra sair...


    Fique tranquila eu estava lá, inclusive fui um dos + engraçados ;)



    BEijos ALICE,
    Fique com DEUS!

    ResponderExcluir
  9. Parab�ns pelo blog! Bom gosto, qualidade e criatividade!

    ResponderExcluir
  10. Palavras proibidas... Não sei não, minha amiga... Tudo que sufocamos dentro de nós, não é bom!

    Talvez que essas palavras pudessem ser purificadas ao vento...

    Um belo desabafo, Alice!!!

    Beijos de luz e o meu carinho...

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Comente, mas não tente decifrar-me.
Nem sempre escrevo por mim, muitas vezes escrevo para mim também...

Postagens mais visitadas deste blog

Que Deus nos console e cure

Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.

O Tempo

E ele se foi... suavemente, porém a passos largos, se foi aos poucos, dia a dia, gota a gota, se foi Foi-se e sequer olhou pra trás sequer deixou-me um bilhete mas seus escritos estão marcados em minh'alma até hoje Partiu e me deixou assim com saudades e com uma enorme vontade de ir também. E ele se foi... e levou meus sonhos meus amores minha história minha força e boa parte de minhas esperanças Foi-se sem palavras assim a seco, como um texto sem letras uma poesia sem rimas ou uma ciranda sem rodas foi-se...e a cada dia ainda vai um pouco mais.