Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.
Aprender é saber como arriscar-se!
ResponderExcluirE amadurecer é andar calmamente sobre a corda esticada, sem medo de cair:)
ResponderExcluirUm abraço da Tuca
A própria vida é um grande risco, mas nós amamos correr esse perigo.
ResponderExcluirPensamento interessante e lúcido.
Fraterno abraço do amigo Gilbamar.
De todos o mais complicado é aprender, não porque o aprendizado pode ser difícil, mas porque poucos querem aceitar a verade que o aprendizado traz.
ResponderExcluirAbraços.
Hoje só estou passando para desejar um feliz dia do blogueiro,
ResponderExcluircom um final de semana cheio de amor e esperança.
Aproveito para deixar um lindo poema de Mário Quintana
Amar: Fechei os olhos para não te ver e a
minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados
desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada
nasceram sussurros e palavras mudas que te dediquei....
O amor é quando a gente mora um no outro.
(Mário Quintana)
Abraços:Eduardo Poisl
hehheehe
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ResponderExcluirkkk
ResponderExcluirMas é muito bom aprender a se equilibrar no risco.
ResponderExcluirTi amo.
Alice, teu blogue é um gosto. E está sempre de roupa nova...
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