Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.
Prefiro ficar cansada.
ResponderExcluirBom dia amiga!
beijooo.
Alice:
ResponderExcluirVocê está precisando de um bom banho de mar para relaxar e renovar as suas energias, afinal, ninguém é de ferro!!!
Se eu estivesse aí iria todas as tardes dar uma relaxada no mar... não tem coisa melhor, amada.
Já que não posso ir aí tão cedo, faça isto por mim e me conte no que deu... rs
bjs
Olá, Poetisa,
ResponderExcluirPeregrina no País dos Pensamentos!
Obrigado pela visita,
pelo doce elogio.
Um abraço fraterno,
Elias Aguiar