Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.
e vou tentando...
ResponderExcluirYessss!!!!!!!
ResponderExcluirAmiga querida,
Gostei do poema, como sempre!
Amei estas Gerberas lindas, alegres e coloridas! Como você, minha amiga!
Mesmo quando acho que você está um pouco "blue", ainda assim acho que está linda, Alice!
beijo carinhoso,
neli
Só vivendo... e já é muito!!!
ResponderExcluirE eu
ResponderExcluirSobrevivendo...
Mas dias melhores virão, querida!!!
bjs
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirFiquei curioso da rima proibida...
ResponderExcluirAlice, gde bj pra ti. Esse lugar está cada vez melhor.