Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.
Olá querida Alice!!
ResponderExcluirParabéns pelo dia das mães.
Beijos
nossa é de cortar coração né? meu Deus q mundo mais desigual =(
ResponderExcluirOlá,
ResponderExcluirSeu poema é tocante...
Simples e verdadeiro.
Parabéns pelo belo trabalho!
Abraço.