Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.
Querida Alice
ResponderExcluirSaudades, amiga!
Creio que ainda não tinha visto este novo rosto do seu espaço.
Como sempre, bonito e cativante.
Quero pensar que tudo está bem consigo.
O seu Hino de Esperança, tocou-me !
Também anseio por tudo isso, amiga.
As vezes...estou muito cansada.
Um dia, finalmente, descansaremos.
Sabe uma coisa curiosa?
Fui hoje pela primeira vez ao blogue da Adriana "A razão de ser," agradecer-lhe uma visita feita esta noite ao meu cantinho e conhecer aquele belo espaço.
Então não é que fui encontrar lá um texto seu? - "Livre, porém responsável"
Veja só!
Gostei tanto dele que mais tarde o li ao meu marido.
Obrigada, querida Alice. Obrigada por partilhar tanta coisa bonita connosco e por ser essa pessoa maravilhosa que é.
Tenha uma boa noite de repouso.
Um beijo
viviana