19 de janeiro de 2008

No ato: um gato e um rato.

No ato,
desato o laço
atado a alma,
De fato,
eu ato a alma
e desato o laço.
Me amarro,
me laço e me ato,
me encontro no ato em sufocante laço
me solto e desato o laço que é fato,
é fato marcado
na essência do ato.
Um gato e um rato
na fuga do ato
se amando de fato.
O amor do gato
a dor do rato
e o fato.
Consumado.

Seria eu o gato e tu o rato?

8 comentários:

  1. Estou a ver que o seu blog está com o mesmo problema que o meu. A imagem do topo e o título sumiram. Pensei que tinha sido um erro meu ao fazer algumas alterações no blog. No entanto, como ambos os templates foram concebidos pela Márcia, o problema deve ser comum, suponho!
    Já contactei a Márcia por mail, mas ela ainda não me deu resposta.
    Se você souber alguma coisa dela, diga-me, por favor.
    Desejo-lhe um óptimo Domingo, cheio de paz, tranquilidade e alegria!
    Abraço fraterno!

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  2. Um jogo de palavras maravilhosamente conseguido!...a alma atada é como o coração parado!...beijos...

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  3. Hahahahahah!!!!!!!

    Adoro brincadeira de gatos e ratos, adoro ser o gato, digo a gata.
    Pernil de camudongo, é uma delícia com vinho seco.
    abs

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  4. Acho que neste poema estou mais para o rato...

    Beijos no coração...

    E queria te convidar a ler o texto novo do http://surtandonodiva.blogspot.com/

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  5. Adoro seu jeito de escrever, de fazer o jogo com as palavras. Muito legal! ;D

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  6. Sempre achei os ratos seres extremamente interessantes, apesar de suas formas animais.

    hahaha... adorei o título do blog, e é claro, o blog!

    Saudações!

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Nem sempre escrevo por mim, muitas vezes escrevo para mim também...