3 de março de 2009

VENTANDO EM MIM

Enquanto houver ar,
eu respiro,
enquanto houver amor,
eu vivo,
e enquanto houver vida...
....Nada poderá me calar ou me fazer não crer,
nada poderá me deter ou me impedir de pensar,
nada poderá amarrar minha alma ou impedir minha calma
e nada,
nada poderá deter meus pensamentos.
... Afinal sou como o vento,
por hora forte e frio,
por hora suave e manso,
mas jamais estático,
jamais inexistente ,
jamais escondido ou desapercebido.
Venho sempre nem saber porque
e derrepente vou-me embora, sem saber pra onde ir.
É o prazer de chegar e a liberdade de partir.
Por onde passo eu toco, eu faço e eu me entrego.
Por onde vou eu levo, eu guardo e eu pego.
Sou o vento que sopra a brasa,
e que reacende a chama que inflama a vida de quem ama.
Sou o breve,
a passageira,
o derrepente,
e a ligeira,
mas só ando com quem amo e com quem me queira.
Sou assim,
muito mais um sim do que um não,
jamais parando,
calando ou soprando em vão,
mas sempre levando e plantando,
e germinando a semente
para depois,
morrer em mim.

17 comentários:

  1. Alice,
    nada mais justo que almoçar seus escritos... minha fome de sentidos se acalma contigo...

    Beijos Flor
    que Jesus te proteja!

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  2. Minha linda, que poema encantador.

    Como vcs estao?

    Um grande beijo

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  3. sempre que leio um de seus textos me impressiono .. vc escreve muito bem .. parabéns ;DD

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  4. Como sempre... Lindo poema!

    Fica com Deus... bjs

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  5. Mas que lindo. Alice, topas uma entrevista no Fio?

    E outra coisa, tem um mimo pra vc lá hoje!

    bjs

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  6. Querida Alice,

    Tão bonito!

    Palavras que nos tocam, que nos fazem muito bem...

    È deveras agradável vir aqui.

    Um abraço

    viviana

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  7. Lindo poema!

    Essa semana estou homenageando nós Mulheres,vim te convidar pra dar uma passadinha lá.

    beijooo.

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  8. Muita emoção minha querida:)
    gostei muito como sempre.
    Espero que tudo esteja a correr pelo melhor aí por casa :)
    beijinhos grandes

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  9. És madeira verde
    Ou apenas mulher perdida
    Testemunha de berço feito de penas
    Arca perdida da dor contida

    Tudo isto é universo
    Em límpida poça de água
    Onde as conchas têm a forma de coração
    Onde o sal afasta a mágoa

    A ti que és minha amiga especial
    convido-te a partilhar comigo o “sítio das conchas azuis”




    Beijo azul

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  10. Olá minha estimada amiga Alice!!!
    Estive ausente, mas estou retornando aos poucos.
    Olha enquanto minha amiga ,existir vida,e calor nada me impedirá de viver.
    Um lindo poema.
    Uma semana abençoada por Deus.
    Fique na paz.
    Beijinhos doces, minha amiga.
    Regina Coeli.

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  11. Belíssimo poema! Exatamente como o vento, o que importa, sempre, é não parar.
    Abraço!

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  12. É sempre assim, você nos surpreende com seus poemas.

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  13. Olá, Alice!
    Vi seu lindo texto "Ventando em mim" e é assim q me sinto hj. Coisas de mulher. rsrs
    Q talento!! Parabéns!!
    Gostaria de colocá-lo em meu blog, com seu nome estampado, é claro!! rsrs
    Vc se importa?
    Um grande abraço.

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  14. "....Nada poderá me calar ou me fazer não crer,
    nada poderá me deter ou me impedir de pensar,..."

    ..."Sou o vento que sopra a brasa,
    e que reacende a chama que inflama a vida de quem ama."

    Servem estes extractos para justificar a grandeza dos seus sentimentos!

    Felicidades!

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Nem sempre escrevo por mim, muitas vezes escrevo para mim também...