
É o arrepio do vento refrescante
e o queimar do sol escaldante
que me congelam a alma
e que me evaporam a calma
São eles que me mostram quando o forte-fraco se mantém
e que nem sempre o fraco-forte me convém
e delicadamente me ensinam a crescer
e a parir todos os dias dentro de mim um novo ser.
Um ser fragilmente escaldante
ou fortemente refrescante
mas que consiga num breve instante
passar do banal ao relevante.
que me congelam a alma
e que me evaporam a calma
São eles que me mostram quando o forte-fraco se mantém
e que nem sempre o fraco-forte me convém
e delicadamente me ensinam a crescer
e a parir todos os dias dentro de mim um novo ser.
Um ser fragilmente escaldante
ou fortemente refrescante
mas que consiga num breve instante
passar do banal ao relevante.
Alice,
ResponderExcluirHá um selo para você no meu blog.
Você merece.
Abraços e bom final de semana.
Adorei, somos todos relevantes!!
ResponderExcluir____________________________________
ResponderExcluirOs dois lados da moeda...
Belo poema, Alice!
Beijos de luz e um final de semana especial...
Zélia
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Gostei, é relevante mesmo.
ResponderExcluirTi amo.
O vento soprou
ResponderExcluirTão doce e sereno
Tocou-me ao de leve
Girou sentimentos
Dormentes, silentes
Que em vôo rasante
Tocaram o chão.
O fundo da alma
fez-se de cor de ouro
Castanho ou laranja
Deu frutos já secos
De um doce amargo
Surgiu o Outono
No meu coração.
(Lique, 2004)
Uma boa semana, plena de amor e carinho
Eduardo Poisl