
Vida, estranha é. Viver então, nem se fale.
Com o passar dos anos vamos vivendo e descobrindo as novidades e as 'antiguidades" que sempre nos acompanharam em nossas vidas, mas que nossa apressada juventude nunca permitiu que víssemos.
Vemos o quanto somos frágeis e verdadeiramente o quanto nada sabemos sobre nada.
Estudamos, investigamos, fuçamos, mas nunca sabemos realmente nada.
Descobrimos um volume estratosférico de falsidade e hipocrisia ao nosso redor, vemos a realidade dura da quantia de mentiras que nos rodeiam e nos inflamam, e descobrimos a cada dia que nada, realmente nada somos.
Quanto mais vivo, mais descubro que preciso desesperadamente de Deus.
Me sinto como uma ilha no meio do oceano e em minha solidão tão humana, vivo buscando náufragos para nela habitar.
Vivo, no aguardo da morte dessa solidão e na busca de algo que me dê uma verdadeira razão...Mas sei também da beleza estonteante dessa ilha, e sei que há vida dentro dela...o suficiente para sobreviver em si.
Em resposta a mim mesma quando me pergunto:
Seria viver apenas esperar morrer?...eu digo:
Viver é sempre estar morrendo para se poder viver.
"Quanto mias eu me descubro, mais me sinto pequena... É como se tudo que sei fosse apenas a ponta do iceberg... Um iceberg que tlavez eu leve a vida toda para descobrir... Mas afinal de contas, isso é que é viver, não é?"
ResponderExcluirWelcome to my life
Beeijos ♥ !
Que a minha solidão me sirva de companhia,
ResponderExcluirque eu tenha coragem de me enfrentar,
que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir, como se
estivesse plena de tudo".
Clarice Lispector
Desejo um lindo domingo para você.
Abraços com todo meu carinho
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirLindíssima postagem.
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