7 de março de 2011

QUEM SABE EU FOSSE...

Talvez se eu fosse o mar
lamberia seus pés com o amor e a leveza de minhas espumas
Ou então eu fosse o céu
e faria de sua vida um celeste azul eterno
Mas se eu fosse a terra
alimentaria nosso amor até que criasse raízes tão profundas que nada mais arrancaria
Quem sabe eu fosse o vento
a embaraçar seus cabelos e soprar teus pensamentos
Ou ainda eu pudesse ser um rio
caudaloso e voraz
que te devorasse todas as noites
e te levasse suavente a outras margens
onde em meus braços
o tomaria
e em meu peito suavemente o apertaria
e em minhas águas lhe diria
o quanto amo essa sua vida...


3 comentários:

  1. oi alice, tudo bem?

    muito bonito teu poema.

    abraços

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  2. Lindas palávras! Esse seu recanto é cheio de sentimentos e é isso o que nos move.

    O bom da vida é PODER SENTIR!!!

    Um beijo no coração...

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  3. primeira vez por aqui, e amei seu espaço, delícia seus textos.

    beijos, seguindo te

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Nem sempre escrevo por mim, muitas vezes escrevo para mim também...