Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.
Deus queira que não pare, Alice. Assim acaba a brincadeira... (risos).
ResponderExcluirBom dia amiga!
ResponderExcluirRealmente nossa vida mais parece uma gangorra.
Mas é bom viver,entre baixos e altos.
Tem post lá.
beijooo.
Não vai parar, não podemos deixar parar.
ResponderExcluirBjoo
Puxa... adorei!!!
ResponderExcluirDesde o nome de seu blog..Já linkei
Que sensações dessa gangorra não?!
Convido para visitar:
http://cartasaoavesso.blogspot.com
Pois é, amiga Alice,
ResponderExcluirO bom é saber que não importa em qual extremo da gangorra da vida nos encontramos no momento (alto ou baixo)... O importante é saber que "vai passar".
Beijo carinhoso,
Muito bom o poema! =)
ResponderExcluirComédia!
Linda amiga, nossa vida é feita de gangorras. Ora estamos no alto, ora em baixo. E assim vamos vivendo. Pq viver ainda é bom.
ResponderExcluirBjs