Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.
Oi Alice,boa tarde. Prazer imenso
ResponderExcluirem te-la la no piano,comentando o
que eu escrevo.Fico muito lisongea-
do com suas palavras,muito obrigado
Agora! o que me deixa contente é ler o que você escreve,tão sucinto
e ao mesmo tempo provocador de nos
sas mais subterrâneas emoções,gosto
muito deste seu jeito romântico agressivo de escrever.Parabéns,por
esta sua grande qualidade.Bjs.