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Respostas


Aonde tu desejas ir?
O que desejas tu fazer?
O que fazes quando vai?
Onde estás quando desejas?
É hoje teu dia de sonhar, ou já não podes mais dormir?
É hoje teu dia de acordar, ou não te deixam mais sonhar?
Onde colocas os teus planos e o que fazes com teus enganos ?
Resolvestes hoje agir, ou ainda não desististes de mentir?
Onde guardas tua emoção e o que fazes com a decepção?
Teu perdão perdoou ou teu amor não suportou ?
Respondas a ti, tu que lê...

Comentários

  1. Alice muito bonito o teu poema.
    Adorei!!!!!!!!!!!
    Beijinhos com sabor a mar.

    Fernandinha

    ResponderExcluir
  2. Alice grata pela tua visita.
    Beijinhos!
    Fernandinha

    ResponderExcluir
  3. Tantas perguntas tão difíceis de responder, né?
    Beijo

    ResponderExcluir
  4. "Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura".

    -Guimarães Rosa- *Grande Sertão...*

    Minha mana queriiida. A gente sabe que não é desse mundo, mas então me diz de que jeito gente fica...

    Fiquei um pouco atrapalhada com uns templates, mas já vamos ver o seu outro.
    Você quer tirar essa barra de rolagem do Blogger? (aí ensima do template) Acho que ela polui o visual *rsss
    bjk

    ResponderExcluir
  5. Alice,

    Adorei o poema. Tanto que gostaria de postá-lo no meu blog (com as devidas referências, é claro), pq tem tudo a ver com o que eu costumo escrever. Vc permite? Eu até adiei o post que eu iria publicar neste domingo, pq eu acho que esse poema teria que vir antes.

    Parabéns e um abraço

    nil

    ResponderExcluir
  6. Belo, Alice! Belo trabalho!
    A verdade é que nunca estamos onde queremos estar, porque se estamos é lá que não queremos estar.
    Os nossos pensamentos, ainda que belos, nunca estão bem onde estão e só estão bem onde não estão.
    Por isso, para cada uma das tuas interrogações é querer e não querer. É estar e não querer estar.
    Não há volta a dar-lhe. Nós, os pensadores, nunca têm pouso certo, porque nunca estão onde estão.
    Parabéns.

    ResponderExcluir
  7. Desejo que cada amor se encontre, mesmo a distância contada seja por baixo de escombros, sobras, dos desencontros, dos descaminhos, comuns de quem vive vigilante e medroso em perder o que tem de mais valioso. Desejo o perdão, o reconhecimento de que cada um é dado, às vezes de forma sem que queiramos, o livre arbítrio, mas o reconhecimento do que cada um fez na perseverança de amar, do amor existir e se mostrar pelos olhos, pelas ações. Quero que isso continue na forma como é agradável e remediável, amando.

    Naeno

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Comente, mas não tente decifrar-me.
Nem sempre escrevo por mim, muitas vezes escrevo para mim também...

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