
Aonde tu desejas ir?
O que desejas tu fazer?
O que fazes quando vai?
Onde estás quando desejas?
É hoje teu dia de sonhar, ou já não podes mais dormir?
É hoje teu dia de acordar, ou não te deixam mais sonhar?
Onde colocas os teus planos e o que fazes com teus enganos ?
Resolvestes hoje agir, ou ainda não desististes de mentir?
Onde guardas tua emoção e o que fazes com a decepção?
Teu perdão já perdoou ou teu amor não suportou ?
Respondas a ti, tu que lê...
Alice muito bonito o teu poema.
ResponderExcluirAdorei!!!!!!!!!!!
Beijinhos com sabor a mar.
Fernandinha
Alice grata pela tua visita.
ResponderExcluirBeijinhos!
Fernandinha
Tantas perguntas tão difíceis de responder, né?
ResponderExcluirBeijo
"Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura".
ResponderExcluir-Guimarães Rosa- *Grande Sertão...*
Minha mana queriiida. A gente sabe que não é desse mundo, mas então me diz de que jeito gente fica...
Fiquei um pouco atrapalhada com uns templates, mas já vamos ver o seu outro.
Você quer tirar essa barra de rolagem do Blogger? (aí ensima do template) Acho que ela polui o visual *rsss
bjk
Alice,
ResponderExcluirAdorei o poema. Tanto que gostaria de postá-lo no meu blog (com as devidas referências, é claro), pq tem tudo a ver com o que eu costumo escrever. Vc permite? Eu até adiei o post que eu iria publicar neste domingo, pq eu acho que esse poema teria que vir antes.
Parabéns e um abraço
nil
Belo, Alice! Belo trabalho!
ResponderExcluirA verdade é que nunca estamos onde queremos estar, porque se estamos é lá que não queremos estar.
Os nossos pensamentos, ainda que belos, nunca estão bem onde estão e só estão bem onde não estão.
Por isso, para cada uma das tuas interrogações é querer e não querer. É estar e não querer estar.
Não há volta a dar-lhe. Nós, os pensadores, nunca têm pouso certo, porque nunca estão onde estão.
Parabéns.
Desejo que cada amor se encontre, mesmo a distância contada seja por baixo de escombros, sobras, dos desencontros, dos descaminhos, comuns de quem vive vigilante e medroso em perder o que tem de mais valioso. Desejo o perdão, o reconhecimento de que cada um é dado, às vezes de forma sem que queiramos, o livre arbítrio, mas o reconhecimento do que cada um fez na perseverança de amar, do amor existir e se mostrar pelos olhos, pelas ações. Quero que isso continue na forma como é agradável e remediável, amando.
ResponderExcluirNaeno