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Rompante Insano


...E então,
num rompante de insanidade
eu abro minhas asas
e arremeto-me ao vento...
...e esqueço meus dias
e suas manhãs tão frias
...e esqueço minhas dores
e seus desamores,
...e em minha loucura
que pouco dura,
encho toda minha casa
com doces flores...

Comentários

  1. Bela explosão de versos, Alice!

    Depois de vários dias longe do blog, aviso a todos os amigos que já voltei a escrever no HumbertodeLima.com

    Abraço da Paraiba.

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  2. que graciosidade é essa!

    muito, muito útil pra mim.

    mil beijos.

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  3. Querida Alice, lindo post, pra variar. Mas acho que não foi um rompante de insanidade, foi pura sabedoria.

    Encher a casa de flores também enche a alma de amores. A nossa e a de quem passa pela nossa casa!

    Beijocas de meio-de-semana!

    Talita

    ResponderExcluir
  4. Alice,

    Andei lendo o que você escreve, e, confesso que gostei. Gostei, pois não é um simples despejar de palavras no texto, depois gostei porque tem conteúdo, coisa rara nesses dias.

    João

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  5. Cara Alice,

    Possuo uma propensão muito grande por poesias, embora não saiba escrevê-las. Portanto me deliciarei em lê-la, passarei a seguir teu blog, e, adicionerei seu link no meu espaço para que meus leitores possam te ler.
    Ah, obrigado pelas palavras carinhosas, por estar participando do meu blog e pelo link na sua página.

    Forte abraço,

    João

    ResponderExcluir
  6. ________________________________

    ...bonito, bonito, bonito!!!

    Adorei seu poema...



    Beijos de luz e o meu carinho!!!

    ___________________________________

    ResponderExcluir
  7. Precisamos dos rompantes, mas concerteza precisamos mais das flores.

    Flores com cheiro de jasmim pra você.

    ResponderExcluir
  8. Alice linda,

    Que poema mais querido!
    A imagem também é belíssima!
    beijinhos saudosos,
    Neli

    ResponderExcluir
  9. Amei a poesia.
    Tão singela e tão linda.
    A imagem também; ótima escolha.

    Adorei seu blog moça; voltarei.

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Comente, mas não tente decifrar-me.
Nem sempre escrevo por mim, muitas vezes escrevo para mim também...

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