Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.
Bom dia querida!
ResponderExcluirPassando para te abracar e desejar a vocês um final de semana feliz!
Um beijo grande
QUERIDA ALICE, MARAVILHOSA POSTAGEM...!
ResponderExcluirADOREI...! VOTOS DE UM BOM FIM DE SEMANA...ABRAÇO-TE COM MUITO CARINHO,
FERNANDINHA
Aiiii,
ResponderExcluirsinto aqui a densidade das palavras. E no peito rasgado, ainda sangrando, tudo pulsa, inclusive a esperança de sua cicatrização. E segue a vida...Seguimos.
Versos fortes, densos, tristes e bonitos.
Grande abraço
alice, ah a alice... vive transformando seus pensamentos em maravilhas nesse país... e como eu adoro isso... oh saudade, agora vou ter q matá-la sempre... cuide-se vum, saudade...
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