Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.
tão tão BOM
ResponderExcluirte encontrar aqui!
você, menino ou mulher
é meu bem!
fique com Deus!
beijos,
do homem-menino
há vida
ResponderExcluirnada é em vão
há emoção
porque tem coração
amei
estar aqui
em sua
postagem!
Abrabeijo!
Pri.
Graça e paz!
ResponderExcluirHoje não estou passando para opinar sobre as dilétas postagens, mas para fezer um convite, quero convida-los a conhecer o meu espaço, um blog que fala sobre os dois lados da moeda na igreja, mesclado com detalhes do nosso cotidiano sangrento. Aguardo a visita.
Abração.
www.emterradecego11.blogspot.com
Oi Alice!
ResponderExcluirDepois das férias, estou passando por aqui para saber como estás e mandar aquele abraço de sempre da Paraiba.
Amei o poema...
Nossa, vc é uma grande escritora !parabéns...!
ResponderExcluirDá uma visualizadinha o meu blog também é www.fatospoematicos.blogspot.com
Bjs.
Muito bonito seu poema! Parabéns
ResponderExcluirEsta menina sou eu...rs
ResponderExcluirAdorei!