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Há um grito
que
em
minh'alma
de menina
sufoca.
Há um sol
que
em
meus
olhos
de menina
arde.
Há um mar
que
em
meu
coração
de menina
esbraveja.
Há um céu
que
em
meus
sonhos
de menina
venta...E há uma menina,
que tenta,
olha,
procura,
chora,
e teima,
num corpo de mulher.

Comentários

  1. tão tão BOM
    te encontrar aqui!

    você, menino ou mulher
    é meu bem!

    fique com Deus!

    beijos,
    do homem-menino

    ResponderExcluir
  2. há vida
    nada é em vão
    há emoção
    porque tem coração
    amei
    estar aqui
    em sua
    postagem!

    Abrabeijo!
    Pri.

    ResponderExcluir
  3. Graça e paz!

    Hoje não estou passando para opinar sobre as dilétas postagens, mas para fezer um convite, quero convida-los a conhecer o meu espaço, um blog que fala sobre os dois lados da moeda na igreja, mesclado com detalhes do nosso cotidiano sangrento. Aguardo a visita.

    Abração.

    www.emterradecego11.blogspot.com

    ResponderExcluir
  4. Oi Alice!

    Depois das férias, estou passando por aqui para saber como estás e mandar aquele abraço de sempre da Paraiba.
    Amei o poema...

    ResponderExcluir
  5. Nossa, vc é uma grande escritora !parabéns...!
    Dá uma visualizadinha o meu blog também é www.fatospoematicos.blogspot.com

    Bjs.

    ResponderExcluir

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Comente, mas não tente decifrar-me.
Nem sempre escrevo por mim, muitas vezes escrevo para mim também...

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Que Deus nos console e cure

Morreram todos. Todos os que sonhavam e os que planejavam, morreram os amantes e os amigos, os inimigos e os desafetos. Dissolveu-se o que era doce e o que foi salgado, e ao paladar só sobrou o amargo. Da lembrança não se tem noção, e dos anéis não se encontrou a mão. Sobrou tristeza, desamparo e desilusão. Sobrou a dor silenciosa dos gritos histéricos da alma abortada. Sobrou o nada e a destruição. É nessa hora hora de solidão que a fé desencontra a razão e faz girar em nós a força estranha da solidariedade e do amor . A solidariedade reconstrói, doa, ajuda, ampara, chora junto e refaz, mas só o amor de Deus consola e cura.

O Tempo

E ele se foi... suavemente, porém a passos largos, se foi aos poucos, dia a dia, gota a gota, se foi Foi-se e sequer olhou pra trás sequer deixou-me um bilhete mas seus escritos estão marcados em minh'alma até hoje Partiu e me deixou assim com saudades e com uma enorme vontade de ir também. E ele se foi... e levou meus sonhos meus amores minha história minha força e boa parte de minhas esperanças Foi-se sem palavras assim a seco, como um texto sem letras uma poesia sem rimas ou uma ciranda sem rodas foi-se...e a cada dia ainda vai um pouco mais.